Com a troca no comando do Ministério da Saúde, que passou a ser chefiado pelo PMDB, o PT teve o seu espaço reduzido nos cargos de segundo escalão da pasta desde o final da semana passada.
Mesmo antes de assumir o cargo, o ministro da Saúde, Marcelo Castro, já negociava a substituição de petistas por indicados do PMDB, sobretudo que fizeram parte da administração do ex-peemedebista José Gomes Temporão, que assumiu a pasta no segundo governo do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva.
Ontem, o novo ministro exonerou a sanitarista Ana Paula Menezes, ligada ao PT de Pernambuco, da secretaria-executiva. Em seu lugar, nomeou o também sanitarista José Agenor da Silva, indicado pelo PMDB de Minas Gerais.
Na semana passada, o ministro exonerou também da Secretaria de Atenção à Saúde (SAS), responsável por projetos de acesso à saúde, Lumena Furtado, que foi secretária na gestão petista em Mauá (SP).
Para o seu lugar, ele convidou o médico Alberto Beltrame, que ocupou o posto na administração do PMDB à frente da pasta. Os dois cargos eram chefiados por nomes de confiança do ex-ministro Arthur Chioro, petista ligado ao ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva.
(Folhapress)
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