Rubens Barrichello nunca teve as mesmas condições de Michael Schumacher na Ferrari, o que resultou em cinco títulos do alemão pela equipe na Fórmula 1. Se tivesse total liberdade, no entanto, Rubinho afirmou teria conquistado pelo menos um desses troféus no Tête-à-tête com Téo deste domingo.
“Se a gente fosse liberado nos seis anos que a gente teve juntos, desses cinco, vamos supor que ele teria ganho quatro e eu um. Eu acho isso uma conta razoável”, declarou o atual campeão da Stock Car na entrevista a Téo José.
O piloto, que é recordista em GPs disputados na maior categoria do automobilismo, também revelou que foi traído pelo diretor-geral da Ferrari, Jean Todt, na fatídica corrida da Áustria em 2002.
No ano anterior, em 2001, uma situação parecida aconteceu no mesmo circuito. David Coulthard estava em primeiro, Barrichello em segundo e Schumacher em terceiro. A ordem de deixar seu companheiro passar veio, o brasileiro consentiu e questionou seu chefe.
“A minha primeira pergunta para o Jean Todt foi: se eu estivesse em primeiro, o que vocês iriam fazer?”. O chefe de equipe da Ferrari teria respondido: “Se você estivesse em primeiro, a gente nunca iria pedir isso para você.”
Um ano depois, a história aconteceu. Rubinho teve que deixar o alemão passar na reta de chegada, amargando a segunda colocação. Não perca o Tête-à-tête com o Téo na íntegra neste domingo, às 23h, no Bandsports.
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